Os contos publicados nesse blog são meros exercícios de imaginação, brincadeiras literárias.

O primeiro conto – “Um pouco de diversão noturna” surgiu inspirado por uma cena trivial da noite paulistana; após um passeio noturno pelo Centro Velho de São Paulo, acompanhado de Caio e mais um amigo, André viu duas garotas voltando para casa, visivelmente alcoolizadas. Bastou para que sua imaginação rascunhasse os primeiros contornos de uma história, que após algum tempo tomaram a forma do conto. Depois de alguns meses, mostrou o texto a Caio, que empolgado pelas possibilidades daquele cenário começou a trabalhar em seu próprio material, também situado nesse universo sombrio e fictício.

Resolveram então definir as regras desse universo, seus limites e possibilidades; a partir daí desceram a mão nos teclados de seus computadores.

Finalmente, discutiram o que fazer com essas narrativas, optando pela extremamente criativa idéia de publicá-las em um blog – ok, sabemos que foi genial, não precisam nos elogiar por essa significativa contribuição à humanidade.

Portanto, aqui estão os contos, que não tem a menor pretensão de redefinir a noite paulistana ou sua fauna característica, ou sequer ser uma reflexão profunda sobre nossa amada/odiada cidade. São simples e diretos como um soco no estômago e despretensiosos como uma cantada etílica dirigida a uma musa inalcançável. Assim, tudo que pedimos é que não deixem de enviar seus comentários: elogiem, critiquem, chamem-nos do que bem quiser…sinceramente, pouco importa…

Sobre os autores:

André Pavesi, paulistano venal, escreve como uma forma de manter ativos velhos “músculos criativos”, desenvolvidos nos anos de RPG; leitor compulsivo, devora livros como outrora devorava quadrinhos, e orgulha-se de ainda ouvir as mesmas bandas de rock farofa que ouvia aos quinze anos de idade (o que revela muito sobre sua maturidade emocional!!). Passa suas horas diurnas num divertidíssimo emprego em um departamento qualquer de um grande banco.

Caio Bezarias, paulistano decente, ao contrário de seu colega de blog, escreve desde os quinze anos, e ainda não domina a matéria. Também devora livros e quadrinhos compulsivamente, sendo capaz de excelentes indicações de escritores desconhecidos. Ouve obscuridades do rock progressivo e do psicodelismo, que assustam até a seus amigos mais antigos e paga seus pecados na rede estadual de ensino – o pobre coitado é professor, apesar dos avisos da família e amigos! – na qual tenta enfiar um pouco de literatura em cabeças entupidas de funk e outras bobagens.

 

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