Os autores

Caio Bezarias escreve desde os quinze anos, está envolvido com a literatura fantástica desde o fim da década de 80, mas ainda não domina essa arte. Escreveu artigos sobre esse fc e fantasia para fanzines, sites de cultura pop, revistas profissionais; traduziu e criou histórias em quadrinhos; publicou contos de FC e fantasia. Bacharel, Licenciado e Mestre em Letras pela Universidade de São Paulo, é professor de língua portuguesa na rede estadual pública e em ensino superior. É o autor de A totalidade pelo horror –o mito na obra de H.P. Lovecraft, primeiro estudo sobre o criador do ciclo de Cthulhu escrito e publicado em língua portuguesa. Também devora livros e quadrinhos compulsivamente, sendo capaz de excelentes indicações de escritores desconhecidos, que lê enquanto ouve obscuridades do rock progressivo, heavy metal em todas as vertentes, música eletrônica experimental, folk e rock psicodélico que assustam até a seus amigos mais antigos

André Pavesi, paulistano venal, escreve como uma forma de manter ativos velhos “músculos criativos”, desenvolvidos nos anos de RPG; leitor compulsivo, devora livros como outrora devorava quadrinhos, e orgulha-se de ainda ouvir as mesmas bandas de rock farofa que ouvia aos quinze anos de idade (o que revela muito sobre sua maturidade emocional!!). Passa suas horas diurnas num divertidíssimo emprego em um departamento qualquer de um grande banco.

Elis Verri, a garota mutante de Osasco que precisa se reinventar junto com o mundo. Jornalista recém-formada, escreve sobre política enquanto lê romances na hora do almoço. Discute sobre urbanismo e políticas públicas, e arranha a língua alemã. Adora medievalidades, mas também é fascinada pelo urbano e pelos dramas de Praga, narrados por Milan Kundera ou pelas poesias de Nabokov e de Bukowski. É a jovenzinha do grupo, mas ouve som de gente grande: de post-punk a industrial, se perdendo nas noites paulistanas para dançar até amanhecer. Gosta de ouvir Lana Del Rey enquanto dirige, embora não goste de dirigir.

Vinicius Zahorcsak, musico pós-graduado em jazz/fusion e tecnólogo pós-graduado em física médica, transitando entre esses dois universos paralelos enquanto tenta tocar em sua banda de doom metal. Escreve desde seus 16 anos influenciado desde  Aldous Huxley a Donatien Alphonse François de Sade, ouvinte assíduo de black/pagan/death/gore e outros barulhos que a noite de São Paulo oferece.

 

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